16:08 30 Março 2020
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    Diversas pegadas fossilizadas e invisíveis ao olho humano foram descobertas com a ajuda da nova técnica de georadar, que reconstitui estruturas existentes no subsolo em 3D.

    A descoberta permite recriar os movimentos e a interação entre humanos e animais há 12.000 anos, no Pleistoceno, informa a Universidade de Cornell, nos EUA.

    As pegadas ficaram ocultas no solo do Monumento Nacional das Areias Brancas no estado do Novo México, e foram descobertas durante uma exploração realizada com o radar de penetração no solo.

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    Pegadas de 12.000 anos

    Ao passar o sensor sobre a superfície, o equipamento envia ondas de rádio que permitem aos cientistas criar uma imagem 3D do que há no subsolo, sem a necessidade de escavar.

    "Nunca pensamos em olhar o que estaria por baixo, mas o próprio sedimento possui uma memória que registra os efeitos do peso e do impulso do animal de uma maneira bonita", afirmou Thomas Urban, pesquisador da universidade, observando que a descoberta oferece uma maneira de compreender a biomecânica da extinta fauna.

    Os cientistas conseguiram revelar 96% das pegadas humanas, de mamutes e de preguiças gigantes, bem como de outros grandes vertebrados.

    Agora, espera-se que essa técnica, no futuro, ajude a compreender melhor as atividades da vida cotidiana dos primeiros humanos e dinossauros.

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    Tags:
    técnica, tecnologia, estudo, cientistas, humanos, era do gelo
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