13:20 24 Novembro 2020
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    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que as mulheres ganham menos do que os homens em todas as ocupações selecionadas em sua pesquisa.

    Mesmo com uma queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país.

    As maiores proximidades ocorreram no caso dos professores do ensino fundamental, em que as mulheres recebiam 9,5% menos que os homens. 

    Em seguida, destacam-se os dos trabalhadores de central de atendimento e de limpeza de interiores de edifícios, escritórios e outros estabelecimentos: as mulheres recebiam, respectivamente, 12,9% e 12,4% menos que os homens.

    Entretanto, estão na agricultura e nos comércios varejistas e atacadistas as maiores desigualdades salariais entre homens e mulheres. As mulheres agricultoras e as gerentes de comércios varejistas e atacadistas, recebem, respectivamente, 35,8% e 34% menos que os homens.

    O estudo, realizado para o Dia Internacional da Mulher, teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2018. Ele também mostrou que a diferença entre carga horária diária trabalhada de homens e mulheres vem diminuindo.

    As mulheres respondem por 43,8% dos 93 milhões de brasileiros ocupados.

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