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    Diplomata diz que atitude é ilegítima porque a Rússia não conduz operações cibernéticas ofensivas por serem contrárias aos princípios do país.

    O embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, rejeitou as acusações e as sanções do governo americano contra o Instituto Central de Pesquisa de Química e Mecânica.

    A decisão americana aconteceu nesta sexta-feira (23). Washington impôs sanções ao instituto alegando que ele está vinculado ao malware chamado Triton, programa de computador que se infiltra em sistemas alheios com intenção de causar danos ou roubo de informações. 

    As sanções foram autorizadas sob a Lei Contra os Adversários da América Através de Sanções (CAATSA).

    "Rejeitamos completamente as acusações apresentadas pelo governo contra a Empresa Federal Estatal Unitária Instituto Central de Pesquisa de Química e Mecânica. Enfatizamos mais uma vez a ilegitimidade de quaisquer restrições unilaterais. A Rússia, ao contrário dos Estados Unidos, não conduz operações ofensivas no domínio cibernético. A atividade maliciosa no espaço de informação é contrária aos princípios de nossa política externa, interesses nacionais e compreensão das relações interestaduais", disse Antonov.

    O diplomata pediu que os Estados Unidos deixem de praticar "acusações infundadas" e lembrou que os interesses dos dois países seguem um "diálogo profissional sobre segurança da informação internacional, que o presidente da Federação da Rússia Vladimir Putin propôs restaurar", acrescentou o embaixador russo.

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    Tags:
    malware, Washington, DC, sanções, ataque cibernético, Estados Unidos, Rússia
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