05:14 01 Outubro 2020
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    Segundo o acadêmico Aleksandr Zheleznyakov da Academia russa de Cosmonáutica Tsiolkovsky, o foguete Angará A5B deve continuar sendo desenvolvido, mesmo que atualmente não haja carga para ele, porque futuramente terá demanda.

    Este foguete pode colocar em órbita até 37,5 toneladas de carga útil.

    Mais cedo o diretor-chefe da Roscosmos, corporação espacial estatal russa, Igor Komarov declarou que atualmente não há necessidade imediata do Angará A5B. 

    "Atualmente não temos nenhuma carga para este foguete superpesado, mas se nos preparamos para voar a Lua, construir uma base lá, vamos precisar dele  no futuro. Se queremos voar a outros planetas, devemos ter os correspondentes. meios de lançamento. Por isso é obrigatório desenvolvê-lo", disse Zheleznyakov.

    A classe inovadora Angará inclui uma série de foguetes transportadores eco-amigáveis de diferentes tipos, que permitem lançar até 37,5 toneladas de carga útil à órbita baixa da Terra.

    As diferentes configurações se diferenciam pelo número de unidades de propulsão do primeiro estágio.

    Futuramente, os foguetes pesados Angará serão equipados com um terceiro estágio a hidrogênio, o que permite lançar de Plesetsk cargas mais pesadas. O primeiro voo pilotado do Angará pesado deve ocorrer em 2018 a partir do cosmódromo de Vostochny, na região de Amur.

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    foguete-portador, construção, espaço, Angara, Roscosmos, Rússia
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