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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)
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    O ministro da Saúde iraniano, Saeid Namaki, soou o alarme, neste sábado (13), sobre a disseminação progressiva da variante britânica do novo coronavírus no Irã, apontando que as autoridades locais temem que a mutação seja mais infecciosa do que o declarado por especialistas britânicos.

    De acordo com o ministro iraniano, a infecciosidade da variante britânica do novo coronavírus é significativamente maior do que a inicialmente anunciada por especialistas em saúde do Reino Unido.

    "O vírus [mutado] se espalhou por todo o país. Devemos estar cientes de que esse vírus pode estar em qualquer cidade, vila e família. Esta é uma das maiores preocupações de nossa gestão contra a COVID-19", disse Namaki em um discurso televisionado.

    Embora o primeiro caso da variante britânica no Irã tenha sido encontrado em um homem que retornou recentemente do Reino Unido, ainda em janeiro deste ano, Namaki disse que a mutação agora foi encontrada em uma mulher sem histórico de viagens. A este respeito, o ministro disse que o Irã deve aumentar sua capacidade de detecção da COVID-19.

    Carregamento com doses da vacina Sputnik V chega em Teerã, capital do Irã (foto de arquivo)
    © REUTERS / Wana News Agency
    Carregamento com doses da vacina Sputnik V chega em Teerã, capital do Irã (foto de arquivo)

    Em resposta ao surgimento de novas cepas do vírus, as autoridades iranianas introduziram, em 30 de janeiro, uma quarentena de 14 dias para viajantes vindos da Europa. O tráfego aéreo bilateral com o Reino Unido continua suspenso.

    Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o Irã tem hoje cerca de 1,5 milhão de casos confirmados de COVID-19 e quase 59 mil mortes causadas pela doença.

    Tema:
    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)

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    Tags:
    Reino Unido, Irã, COVID-19
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