15:56 29 Março 2020
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    Cerca de 100 militares britânicos procuraram ajuda médica em base no Quênia após terem relações com profissionais do sexo locais. Uns 650 soldados estão confinados.

    Após saber do caso, o comandante da base, tenente-coronel Mark Swann, ordenou que os militares continuassem na base até retornarem ao Reino Unido no final de semana.

    Trata-se da base aérea de Laikipia, na qual cerca de 650 soldados britânicos estão instalados e confinados, reportou o tabloide Daily Star.

    Na ocasião, os militares do 3º Batalhão do Regimento Paraquedista do Exército britânico estavam fazendo parte do treinamento militar Askari Storm.

    Na ação foi simulado o resgate de pelo menos 400 pessoas em uma hipotética situação de emergência no além-mar.

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    Logo após a execução dos exercícios, alguns militares contrataram os serviços de profissionais do sexo da cidade próxima de Nanyuki.

    De início, 30 militares buscaram ajuda médica relatando temor de terem contraído alguma doença sexualmente transmissível, assim como o vírus HIV, após relações sexuais sem proteção.

    Vale ressaltar que o número de soldados em busca de ajuda médica subiu para cerca de 100 posteriormente.

    Um documento interno foi emitido acusando os militares de "pouca disciplina em Nanyuki, particularmente ligada à prostituição". O texto também ressalta o confinamento dos soldados na base.

    Os militares estão proibidos de sair da base para mercados, lojas e eventos marcados.

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    Tags:
    Quênia, Exército britânico, HIV, doença sexualmente transmissível, prostituição
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