Míssil teria atingido petroleiro iraniano próximo de cidade portuária saudita, segundo mídia (FOTOS)

© AP Photo / Marcos MorenoPetroleiro Grace 1 iraniano
Petroleiro Grace 1 iraniano - Sputnik Brasil
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Uma explosão a bordo de um petroleiro iraniano deixou a embarcação da Companhia Nacional Iraniana de Petróleo (NIOC) em chamas nas proximidades da cidade portuária saudita de Jidá, segundo a agência de notícias ISNA.

Segundo relatos, a embarcação teria sofrido sérios danos, enquanto o petróleo estaria sendo derramado no mar Vermelho.

Fontes citadas pela agência de notícias ISNA afirmam que uma investigação está sendo realizada e que há a suspeita de as explosões terem sido causadas por ataques de mísseis. O petroleiro estaria transportando petróleo à Síria.

Relatos indicam que o ataque contra o petroleiro iraniano Sinopa não foi realizado diretamente pela Marinha saudita. Fontes próximas do proprietário do navio afirmam que se tratou de uma sabotagem provavelmente realizada pela Al-Qaeda a pedido do Reino Saudita.

A embarcação, operada pela Companhia Nacional Iraniana de Petróleo, pegou fogo a 100 quilômetros da cidade portuária saudita de Jidá.

"Ele ainda está no mar Vermelho, mas a sua rota mudará [...] Nenhum país ofereceu qualquer ajuda".

Os dois tanques do petroleiro Sinopa foram danificados pela explosão e o petróleo está sendo derramado no mar Vermelho. O petroleiro, anteriormente conhecido como Susangird, seguia em direção ao canal de Suez, para posteriormente, tomar rumo em direção ao Mediterrâneo.

A explosão teria supostamente atingido o casco da embarcação, causando danos nos dois principais tanques do petroleiro.

Não há relatos sobre vítimas em decorrência da explosão e a situação a bordo do petroleiro está controlada, segundo a mídia.

"Nenhum dos tripulantes ficou ferido com a explosão [...] a situação está controlada", afirmou uma fonte anônima à mídia iraniana.

A companhia iraniana desmentiu as informações de que o petroleiro iraniano tivesse sido atingido por mísseis.

Vale destacar que as tensões na região foram elevadas depois que no dia 14 de setembro instalações petrolíferas sauditas foram atingidas com mísseis. A ofensiva contra as instalações sauditas foi reivindicada pelos houthis, que são apoiados pelo Irã.

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