04:53 17 Outubro 2019
Ouvir Rádio
    Forças pró-governo do Iêmen se reúnem na cidade portuária de Hodeida.

    Forças do governo iemenita tomam postos-chave de rebeldes e matam 13 houtis

    © Foto / AFP
    Oriente Médio e África
    URL curta
    114
    Nos siga no

    As forças do governo iemenita assumiram o controle das principais posições dos rebeldes houthis na província de Taizz, no sudoeste do país, e mataram pelo menos 13 combatentes houthis, informou a agência de notícias pró-governo Saba no sábado, citando uma fonte militar.

    "As unidades do exército atacaram as posições dos Houthis no norte da cidade de Taizz [na província de Taizz] e assumiram o controle da estação Al-Jahim e dos edifícios próximos, que são uma das mais importantes linhas de defesa dos Houthis no norte da cidade", disse a fonte da 170ª Brigada de Defesa Aérea.

    Segundo a mesma pessoas, as forças iemenitas atacaram edifícios onde os rebeldes estavam estacionados, destruindo-os completamente. Pelo menos 13 militantes Houthi foram mortos.

    O Iêmen, uma pequena nação no sul da península arábica, está envolto em conflito armado entre as forças do governo, liderado pelo presidente Abdrabuh Mansour Hadi, e o movimento rebelde Houthi por vários anos. Uma coalizão liderada pela Arábia Saudita vem realizando ataques aéreos contra os houthis a pedido de Hadi desde março de 2015, resultando na pior crise humanitária em andamento no mundo.

    De acordo com as Nações Unidas, a guerra no país já matou mais de 7 mil pessoas e há organizações que apresentam números mais altos. Quase 20 milhões de iemenitas não têm acesso a cuidados de saúde e 18 milhões não têm água potável nem saneamento.

    Os combates contribuíram para o pior surto de cólera do mundo, com cerca de 10.000 casos suspeitos a cada semana. Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 65% da população precisa de atendimento médico.

    Tags:
    Houthis, Abdrabbuh Mansour Hadi, Al-Jahim, Taizz, Arábia Saudita, Iêmen
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar