17:20 14 Dezembro 2018
Ouvir Rádio
    Fumaça liberada após um ataque aéreo da coalizão internacional em Raqqa (foto de arquivo)

    Mídia: ataque aéreo da coalizão internacional em Deir ez-Zor causa 40 mortos

    © AP Photo / Hussein Malla
    Oriente Médio e África
    URL curta
    616

    Ataques aéreos da coalizão internacional, liderada pelos EUA, na província síria de Deir ez-Zor deixaram 40 mortos, na maioria mulheres e crianças, informou a agência síria SANA.

    "40 civis, na maioria mulheres e crianças, morreram nos ataques aéreos da coalizão internacional ao povoado de al-Bukaan, no leste da província de Deir ez-Zor", comunicou a SANA, citando fontes locais.

    Os relatos surgem após a SANA ter informado na quinta-feira (15) que 17 civis foram mortos em ataques aéreos da coalizão em Bu-Badran. Mais tarde, a agência comunicou que o número de vítimas na província síria de Deir ez-Zor subira para 23 pessoas.

    Ontem, 16 de novembro, a coalizão internacional confirmou ter efetuado ataques na província síria mas insistiu que não houve vítimas entre os civis, segundo o porta-voz das forças americanas, coronel Sean Ryan.

    A coalizão liderada pelo Estados Unidos realiza frequentemente ataques à cidade de Hajin e vilas circundantes na província de Deir ez-Zor, no leste da Síria. A mídia síria relatou muitas vezes sobre vítimas mortais entre os civis e o uso de fósforo branco.

    A coalizão de mais de 70 países tem conduzido operações antiterroristas no Iraque e na Síria desde 2014. As ações da coalizão na Síria não foram aprovadas por Damasco, nem pela ONU.

    Mais:

    Europa deve abandonar 'fobia' contra a Síria para evitar nova onda migratória, diz Putin
    EUA pretendem rejeitar resolução da ONU pedindo que Israel devolva Golã à Síria
    Empresa israelense afirma que S-300 na Síria 'ainda não estão operacionais' (FOTO)
    Tags:
    mortos, mulheres, crianças, vítimas, coalizão internacional, ataque aéreo, EUA, Deir ez-Zor, Síria
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik