13:42 19 Outubro 2018
Ouvir Rádio
    Quando sentença de morte foi dada ao ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein

    Filha de Saddam Hussein entra em lista de terroristas mais procurados do Iraque

    © AP Photo / CHRIS HONDROS
    Oriente Médio e África
    URL curta
    525

    Os serviços de segurança do Iraque publicaram neste domingo os nomes de 60 pessoas procuradas sob a suspeita de pertencerem ao Daesh, à Al-Qaeda ou ao partido Baath – do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein –, informou a rede Al Jazeera.

    Um alto funcionário de segurança do país disse que a lista cita "os terroristas mais procurados" e enfatizou que "esta é a primeira vez que essa informação é tornada pública", já que até agora ela era confidencial.

    A lista inclui 28 suspeitos de jihadistas do Daesh, 12 membros da Al-Qaeda e 20 membros do Baath, incluindo a filha mais velha de Hussein, Raghad Saddam Hussein, atualmente residente na Jordânia.

    Além disso, os papéis que cada um presumivelmente desempenha em sua organização, bem como seus crimes, são detalhados. Na maioria dos casos, são incluídas fotografias das pessoas procuradas.

    Muitos deles são acusados de assassinatos, bombardeios e ataques às forças de segurança, bem como financiar e transportar armas. Todos os suspeitos são de nacionalidade iraquiana, com exceção de Maan Bashour, um libanês acusado de recrutar cidadãos para lutar no Iraque.

    "É uma história antiga que se liga à invasão do Iraque nos EUA, quando fomos apoiadores da resistência iraquiana e realizamos atividades contra a ocupação dos EUA", disse Bashour em relação à lista.

    Mais:

    Coalizão dos EUA matou até 6.000 civis no Iraque e na Síria em 2017
    Sem data para sair: OTAN considera aumentar apoio às forças do Iraque, diz general
    Varrido do Iraque e da Síria, Daesh busca refúgio no 'califado virtual'
    Tags:
    lista de procurados, terrorismo, Baath, Al-Qaeda, Daesh, Maan Bashour, Raghad Saddam Hussein, Saddam Hussein, Jordânia, Iraque
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik