11:08 22 Novembro 2017
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    Caças russos Su-25 decolam da base aérea de Khmeimim na Síria.

    Putin autoriza permanência de caças russos na Síria até 2066

    © Sputnik/ Dmitriy Vinogradov
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    O presidente russo Vladimir Putin assinou um acordo que ratifica um protocolo de 2015, pelo qual a Força Aérea da Rússia poderá permanecer em solo sírio por 49 anos, informaram as diplomacias de Moscou e Damasco.

    Pelo acordo, estão incluídas ainda as medidas necessárias para uma operação eficiente dos jatos e militares russos na Síria, enquanto no país árabe permanecerem. Há ainda uma cláusula que permite estender o acordo por mais 25 anos, ao final do atual vínculo.

    Em troca, o governo sírio se compromete a ceder a área na província de Latakia, onde a base aérea de Khmeimim está localizada, para que os russos a utilizem sem qualquer custo.

    A Força Aérea da Rússia foi enviada à Síria em 30 de setembro de 2015, a pedido do governo de Bashar Assad, como parte dos esforços de Damasco para combater os grupos terroristas que atuam no país, entre eles o Daesh.

    Grande parte das tropas russas enviadas inicialmente deixaram o país árabe em marco de 2016, após Putin afirmar que os objetivos da campanha de cinco meses contra os terroristas terem sido “atingidos por complete”.

    À época, a Rússia se comprometeu a manter a sua presença militar no porto de Tartus e na base aérea de Khmeimim, mantendo assim o monitoramento da situação na região, observando ainda a aplicação de acordos de paz para pôr fim ao conflito, que já dura cinco anos e matou milhares de pessoas.

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    Tags:
    guerra, crise síria, Khmeimim, Força Aérea da Rússia, Kremlin, Bashar Assad, Vladimir Putin, Rússia, Síria
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