23:04 09 Dezembro 2019
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    O USS Destroyer (DDG 78), comandante de mísseis guiados da Marinha dos EUA, conduz operações de ataque enquanto no Mar Mediterrâneo, que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos disse que era parte do ataque com mísseis de cruzeiro contra a Síria

    Rússia não deve revidar se EUA voltarem a bombardear a Síria

    © REUTERS / Ford Williams/Courtesy U.S. Navy
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    Ataque norte-americano contra base aérea síria (82)
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    Se na semana passada os Estados Unidos deram mostras de que poderiam voltar a atacar a Síria, em caso de um novo episódio envolvendo armas químicas, nesta semana a Rússia deu mostras de que não irá revidar caso a Casa Branca adote essa estratégia.

    A informação foi prestada nesta segunda-feira pelo primeiro vice-presidente da Comissão de Assuntos Internacionais do Conselho da Federação, Vladimir Jabarov.

    “Não podemos ser arrastados para um confronto militar, pois pode levar a uma guerra em larga escala”, disse Jabarov a repórteres.

    Ao invés de se focar no governo de Bashar Assad, a autoridade russa pediu que o governo americano “deixe de lado as ambições e pare de agir por emoção” enquanto atacando a questão síria.

    O discurso de Jabarov confluiu com o que disse também nesta segunda-feira o coronel americano John Thomas, porta-voz do Comando Central (CENTCOM). Segundo ele, os Estados Unidos não temem ataques de russos e sírios contra os seus aviões na Síria.

    “Eles possuem um sistema de defesa aérea sofisticado. Sempre soubemos disso”, comentou. “Nós escolhemos não participar do conflito. Até agora isso não nos causou qualquer preocupação”, completou Thomas.

    Tema:
    Ataque norte-americano contra base aérea síria (82)

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    Tags:
    armas químicas, guerra, CENTCOM, John Thomas, Bashar Assad, Vladimir Jabarov, Estados Unidos, Síria
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