21:05 12 Julho 2020
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    Anteriormente o ministro da Saúde turco, Recep Akdag, comunicou que 30 vítimas do ataque químico na Síria foram transportadas para a Turquia para tratamento médico, três das quais faleceram, devendo ser autopsiadas com a participação de representantes da Organização Mundial de Saúde.

    "A autópsia dos falecidos mostrou que em Idlib foram utilizadas armas químicas", cita o canal de televisão NTV o ministro. 

    A coalizão nacional das forças da oposição da Síria comunicou na terça (04) a existência de 80 vítimas do ataque com utilização de armas químicas em uma cidade perto de Idlib. Segundo a informação, 200 pessoas ficaram feridas. Os representantes da oposição acusam as forças governamentais da Síria da autoria do ataque. O comando do exército sírio negou as acusações, responsabilizando os jihadistas e os seus patrocinadores.

    O Ministério da Defesa da Rússia comunicou que aviação síria realizou um ataque contra uma área onde se localizavam armazéns com armas químicas dos terroristas, que eram fornecidas para o Iraque. A ONU e a Organização para a Proibição de Armas Químicas já iniciaram uma investigação mas ainda não publicaram qualquer informação sobre o assunto. 

    ​Anteriormente o presidente da Síria Bashar Assad havia comunicado que o governo sírio não utiliza armas da destruição em massa contra o próprio povo. Assad fez lembrar que Damasco acordou em 2013 eliminar todos os estoques de armas químicas e não possui tais armas.

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    Tags:
    autópsia, acusações, coalizão, investigação, armas químicas, ataque, Idlib, Turquia, Síria
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