02:18 23 Outubro 2018
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    USS Ponce da Marinha americana no Iraque (arquivo)

    Das palavras às ações: EUA atacam Iêmen como retaliação

    © AFP 2018 / RABIH MOGHRABI
    Oriente Médio e África
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    Os militares americanos atacaram um radar no Iêmen, o ataque foi uma resposta a bombardeios contra destróier dos EUA no mar Vermelho.

    O destróier USS Mason da Marinha dos EUA se tornou nos últimos dias alvo de dois ataques de mísseis no Iêmen.

    O primeiro ataque ocorreu na segunda-feira (10): foram lançados dois mísseis contra navio, que não atingiram o alvo e caíram no mar. O Pentágono acusou os rebeles houthis da autoria do ataque, mas eles, por sua vez, negaram todas as acusações de Washington.

    Na quarta-feira, o USS Mason ficou sob a mira mais uma vez, tendo sido alvejado com outros dois mísseis. Desta vez outro navio ficou em perigo, o USS Ponce, que acompanhava o destróier na missão.

    Este último incidente ocorreu na parte norte do estreito de Bab-el-Mandeb. Logo depois disso, o Pentágono afirmou que está pronto para responder "na mesma moeda".

    Washington fez estas declarações poucas horas após o bombardeio do USS Mason. O alvo do ataque de retaliação norte-americano foram três radares localizados no território controlado pelos houthis.

    "De acordo com estimativas preliminares, os radares foram destruídos", disse Peter Cook, representante oficial da Secretaria da Defesa dos EUA.

    O representante do Pentágono afirmou que a ordem de ataque foi dada pessoalmente por Barack Obama, a conselho do secretário da Defesa do país, Ashton Carter, e do chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Joseph Dunford.

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    Tags:
    ataque, Marinha dos EUA, Barack Obama, Iêmen, EUA
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