19:08 15 Setembro 2019
Ouvir Rádio
    Financial Times

    Previsão do FT para 2016: petróleo supera $50, Assad fica, Merkel se demite

    © AFP 2019 / NIKLAS HALLE'N
    Análise
    URL curta
    21335
    Nos siga no

    O Financial Times fez a sua previsão para o ano de 2016, comentando a política de Angela Merkel, o acordo entre Moscou e Washington sobre a Síria e a situação no mercado petrolífero.

    Respondendo à pergunta se o presidente sírio, Bashar Assad, poderá manter o seu cargo, Roula Khalaf, chefe da secção internacional do Financial Times, dá uma resposta positiva, mas nota que o seu mandato terá um caráter nominal. Segundo o plano de transição do poder na Síria acordado por Moscou e Washington, se estabelece um prazo de 18 meses para a fase transitória. No entanto, Roula Khalaf acredita que Bashar Assad combaterá pelo poder até ao fim.

    Quanto à Alemanha, que está na plena crise migratória, o comentador opina que, embora a promessa de reduzir os fluxos migratórios fosse recebida com ovações por parte do seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU), Mergel não a conseguirá realizar.

    O ano de 2015 foi decepcionante para aqueles que acreditavam na recuperação dos preços do petróleo, acredita o redator do jornal Ed Crooks. O ano que vem também será difícil — no mercado, que já está inundado de petróleo, poderá entrar o Irã.

    «O preço inferior a $50 por barril de Brent é muito baixo para atrair os investimentos na indústria, necessários para manter a crescente procura global. Se a economia global não cair na recessão, o preço do petróleo pode voltar a um nível mais adequado», observa o especialista do Financial Times.

    Mais:

    Jogos Olímpicos e mais o quê? Veja dez datas importantes do esporte em 2016
    Primeiro-ministro do Iraque: 2016 será o último ano do Daesh
    Dilma Rousseff reúne ministros para discutir reformas e prioridades para o começo de 2016
    Tags:
    petróleo, Financial Times, Bashar Assad, Angela Merkel, Síria, Alemanha
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar