02:47 13 Dezembro 2019
Ouvir Rádio
    Centro hístorico de Aleppo.

    Frente al-Nusra ataca Aleppo, 18 civis foram mortos

    © Sputnik / Mikhail Alaeddin
    Notícias
    URL curta
    Trégua russo-americana na Síria (85)
    0 06
    Nos siga no

    O grupo terrorista Frente al-Nusra continua atacando Aleppo, informa o Ministério da Defesa da Rússia. Há vítimas entre os civis.

    O grupo terrorista Frente al-Nusra (proibido na Rússia e reconhecido como organização terrorista pelo Brasil) prossegue os combates em Aleppo e seus subúrbios. Em resultado de fogo de morteiros durante a tentativa de conquistar o bairro de Sheik Masqood, foram mortas 18 pessoas e 61 sofreram ferimentos de gravidade variável, disse o ministro no seu boletim diário publicado no seu site na sexta-feira (8).

    No entanto, segundo o ministério, na maioria das províncias sírias, a cessação das hostilidades está sendo observada.

    "Nas últimas 24 horas, foram registradas 6 violações (em Latakia — 4, em Homs e Hama — 1 em cada)," se diz no boletim.

    No início desta semana, o Centro russo para Reconciliação Síria relatou um aumento da atividade da Frente al-Nusra em Aleppo e avisou sobre a possibilidade de ataques em grande escala.

    Aleppo, a maior cidade da Síria, foi atacada pelos militantes da Frente al Nusra em 2012. Desde então, as forças governamentais estão combatendo pela cidade.

    O regime do cessar-fogo entrou em vigor no dia 27 de fevereiro, tendo sido apoiado por Damasco, bem como por outros grupos de oposição. Daesh e Frente al-Nusra, ambos proibidos na Rússia, não fizeram parte das negociações.

    Tema:
    Trégua russo-americana na Síria (85)

    Mais:

    Delegação de parlamentares russos chega à Síria
    Síria tem quatro violações do cessar-fogo em 24 horas
    Exército sírio mata 12 terroristas da Frente Nusra perto de Aleppo
    Tags:
    violação, cessar-fogo, guerra, Daesh, Ministério da Defesa (Rússia), Frente Nusra, Aleppo, Damasco, Síria, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar