Candidato a vice-presidente pelo PT, Fernando Haddad posa para foto com máscara do ex-presidente Lula em Brasília

PT acena para uma campanha de Haddad mais descolada da imagem de Lula

© Foto: Ricardo Stuckert
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O senador eleito do PT, Jacques Wagner, afirmou nesta segunda-feira (9) que a campanha do presidenciável Fernando Haddad deve assumir uma postura mais independente e mudar a estratégia durante o segundo turno.

De acordo com Wagner, que chegou a ser cotado para concorrer à Presidência pelo PT, a campanha de Haddad no segundo turno deve ter mais uma personalidade própria. 

“O Haddad chega ao segundo turno como a substituição do Lula, agora o Haddad do segundo turno é o Haddad […] Agora é hora de o Haddad dizer ‘o meu programa de governo’”, disse Wagner após uma reunião para decidir a coordenação de campanha do ex-prefeito de São Paulo. 

Ao comentar as possíveis alianças para o segundo turno, o senador eleito foi favorável à estratégia de trazer Ciro Gomes (PDT) para o apoio a Haddad. 

“O próprio jeito dele, às vezes contundente, é importante porque quando você está em um momento excepcional como esse tem que ter também uma forma diferenciada de entrar”, disse o senador eleito baiano", disse Wagner sobre Ciro. 

“Muita gente, na minha opinião, que não é petista, que não é lulista, mas que é amante da democracia sabe que de um lado tem alguém que fala uma porção de impropérios. A gente precisa de todo mundo que queira consertar problemas do presente sem que seja essa beligerância declarada. Na bala ninguém vai resolver nada”, completou. 

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Tags:
campanha, segundo turno, eleições, PT, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad, Brasil
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