00:57 25 Outubro 2021
Ouvir Rádio
    Mundo insólito
    URL curta
    0 131
    Nos siga no

    Durante oito anos, Bill Fischer tem tentado fazer com que um esquilo-vermelho parasse de guardar nozes em sua picape, mas o pequeno mamífero tem se mostrado teimoso e persistente.

    Todos os anos, entre setembro e novembro, o esquilo armazena centenas de frutos secos dentro da caminhonete de Fisher, de 56 anos, que seriam utilizados durante os três meses seguintes de inverno, relata o tabloide Metro.

    Como resultado, o homem residente em Fargo, no estado norte-americano de Dakota do Norte, passa horas removendo nozes de todos os cantos de seu veículo.

    "Tenho lidado com esse esquilo-vermelho desde 2013, isto agora se tornou uma espécie de ritual, com ele enchendo minha caminhonete de nozes e eu tentando removê-las", contou Bill Fisher citado pela mídia.

    O homem disse que nunca vê o esquilo até que as nozes da árvore que cresce perto do local onde ele estaciona seu veículo começam a amadurecer.

    Homem descobre que um esquilo escondeu 148 quilogramas de nozes em seu motor: é o suficiente para deixá-lo louco.

    No decorrer do tempo, Fisher tentou vários métodos para dissuadir o roedor de usar sua picape como local de armazenamento de comida, chegando até a pulverizar o carro com uma mistura forte de molho de pimenta – mas nada parecia funcionar.

    Neste ano parece que o esquilo superou seu recorde, escondendo cerca de 148 quilogramas de nozes na picape do Bill.

    Fisher admite que se sente mal em desfazer todo o trabalho do esquilo-vermelho, mas o fato é que precisa do seu veículo e isso se tornou um "ritual" anual.

    Mais:

    Leão Marinho pula a bordo de barco para escapar de orcas famintas no Canadá
    Ladrão de café: drone que entrega encomendas é atacado por corvo na Austrália (VÍDEO)
    Jacaré trava 'batalha pela liberdade' contra americano 'armado' com lixeira na Flórida
    Tags:
    esquilo, nozes, Dakota do Norte, EUA, surpresa, recorde
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar