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    Suprema Corte dos EUA autorizou nesta segunda-feira (4) plena aplicação do decreto de Donald Trump que proíbe viagens de cidadãos de alguns países aos EUA.

    A decisão, anunciada na tarde desta segunda-feira (4), permite que a administração dos EUA suspenda as restrições à ordem executiva adotadas por tribunais inferiores para bloquear parcialmente o decreto. 

    Presidente norte-americano Donald Trump fala com repórteres antes de viajar a Bedminster, New Jersey, da Casa Branca em Washington, Estados Unidos, 29 de setembro de 2017
    © REUTERS / Joshua Roberts
    Em novembro, 16 procuradores estaduais apresentaram contatos com o tribunal para se opor à terceira e mais recente versão da proibição, afirmando que era "inconstitucional".

    "Os esforços contínuos da Administração Trump para discriminar minam as famílias, as instituições e os negócios de Nova York", disse o procurador-geral de Nova York, Eric Schneiderman, acrescentando que continuará a lutar para bloquear o decreto.

    "A proibição de viajar para os Estados Unidos deveria ser muito maior, mais dura e mais específica, mas estupidamente, isso não seria politicamente correto", disse o presidente dos Estados Unidos em meados de setembro.

    A mais recente alteração no projeto de lei prevê a restrição da entrada nos EUA de cidadãos do Irã, Líbia, Somália, Síria, Iêmen e Chade. Cidadãos norte-coreanos e funcionários do governo venezuelano também estão proibidos de entrar nos EUA.

    A decisão de colocar o Chade na lista foi bastante criticada, visto que o Chade é um dos principais parceiros dos EUA na luta contra o grupo terrorista Boko Haram, na África.

    Tags:
    imigração, decreto, Suprema Corte dos EUA, Donald Trump, EUA
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