09:52 23 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Mundo
    URL curta
    0 22
    Nos siga no

    O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na manhã desta segunda-feira (12) mais um pedido de liminar para interferir na votação sobre a perda de mandato do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), informou Agência Brasil.

    Dessa vez, Fachin negou pedido de liminar feito pelo deputado José Wellington Roberto (PR-PB), por meio de mandado de segurança, no qual ele solicitava que fosse anulada a decisão da mesa diretora da Câmara de levar à votação em plenário o parecer pela cassação de Cunha aprovado no Conselho de Ética, e não um projeto de resolução.

    Diferentemente do parecer, o projeto de resolução é um instrumento da Câmara que permite a apresentação de emendas e destaques pelos deputados, o que poderia beneficiar Cunha, abrandando ou mesmo anulando sua punição.

    Ontem (11), Fachin negou outra liminar, dessa vez pedida pelo próprio Cunha, para que o seu processo de cassação fosse suspenso. Nesta solicitação mais recente, o peemedebista voltou a argumentar erros de processo. Para o deputado afastado, o regimento interno da Câmara determina que cassações sejam votadas por meio de projetos de resolução e não por meio de parecer. Ele não conseguiu convencer o ministro relator do pedido no Supremo.

    Para evitar a cassação. Cunha busca ampliar seu apoio e enviou cartas reafirmando sua inocência a diversos aliados. O deputado afastado contextualiza todo o processo iniciado desde sua eleição para presidência da Câmara. Apesar da iniciativa, a aposta nos corredores da Casa é que Cunha não conseguirá salvar seu mandato.

    Mais:

    Câmara decidirá nesta segunda-feira o futuro político de Eduardo Cunha
    Contagem regressiva para julgamento de Eduardo Cunha agita as redes
    Após três tentativas, Cunha é notificado por Diário Oficial sobre votação de cassação
    Tags:
    Brasil, Eduardo Cunha, Supremo Tribunal Federal (STF), cassação
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar