07:02 16 Dezembro 2017
Ouvir Rádio
    Manifestante com bandeira do Brasil na sede da Petrobras

    Mídia: autoridades do Brasil podem vender ações de Petrobras em meio do escândalo

    © AFP 2017/ YASUYOSHI CHIBA
    Mundo
    URL curta
    Brasil entre Temer e Dilma (110)
    37812

    O governo brasileiro pode acordar a venda da participação estatal no gigante energético do país Petrobras, que está envolvido no escândalo de corrupção desde 2014.

    Dilma Rousseff
    Valter Campanato/Agência Brasil
    A respectiva informação foi divulgada pela agência Reuters que cita fontes próximas do governo.

    Mais cedo foi divulgado que as autoridades do Brasil estão considerando a venda de parte das empresas públicas, inclusive os correios, holdings de transporte e empresas de seguros.

    De acordo com relatos do jornal Globo, tais medidas podem ser tomadas para obter meios financeiros e racionalizar o setor estatal.

    As fontes da agência sublinharam também que a lista de empresas que podem ser parcialmente privatizadas ainda não está completamente elaborada. Mas, segundo eles, o governo do presidente interino Michel Temer gostaria de vender o pacote de ações de controle na Petrobras e na empresa Eletrobras Furnas. A apresentação para investidores pode ser realizada já em meados de julho em Nova York, Londres e outras capitais financeiras, nota Reuters.

    Mais cedo a mídia local informava que o Estado pode vender a sua parte nos Correios, Casa da Moeda e empresa seguradora Caixa Econômica Federal.

    Além disso, pode ser parcialmente privatizado o operador Infraero e mais de 200 pequenas empresas que pertencem à empresa energética Eletrobras.

    Tema:
    Brasil entre Temer e Dilma (110)

    Mais:

    Deputados portugueses de três partidos acusam golpe no Brasil e criticam Temer
    Lula vai lutar pela presidência em 2018
    Diretor da CUT: EUA apoiam indiretamente o impeachment de Dilma
    Tags:
    finanças, ações, Petrobras, Michel Temer, Brasil
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik