03:03 22 Setembro 2019
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    Construção do gasoduto Nord Stream

    Várias empresas competem para construir gasoduto russo Nord Stream 2

    © Sputnik / Igor Zarembo
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    Quatro grandes empresas europeias competem para construir o gasoduto Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2), informou o jornal russo Kommersant na quarta-feira (13) citando fontes no gigante energético russo Gazprom.

    A Saipem italiana, a Technip francesa, a Allseas suíça e a Royal IHC holandesa são as empresas que aspiram a participar da construção do gasoduto de 2,5 mil km que fornecerá gás natural russo aos consumidores europeus.

    Os resultados do leilão do contrato de 4 bilhões de dólares serão divulgados no fim deste mês.

    Entre as quatro empresas, a Royal IHC é a única que não tem experiência de participar de grandes projetos russos.

    A Technip, em conjunto com a JGC japonesa, é o principal empreiteiro do projeto Yamal, da empresa NOVATECH.

    A Allseas foi contratada para construir a parte submarina do gasoduto South Stream (Corrente do Sul) de 900 km, que agora está cancelado, e a parte do gasoduto Turkish Stream (Corrente Turca) que também foi cancelado.

    A Saipem foi contratada pela Gazprom para construir a primeira parte do gasoduto Nord Stream.

    Em 20 de dezembro, o vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel disse que Berlim queria que o Nord Stream seja construído porque isso trará ganhos económicos à França e outros países da UE. A condição é que a UE levante as sanções contra a Rússia que, por seu turno, assegurará a segurança energética da Europa de Leste.

    Espera-se que o Nord Stream comece a funcionar até o fim de 2019.

    Em setembro de 2015, a Gazprom assinou um acordo com as cinco maiores empresas energéticas europeias, entre as quais a Royal Dutch Shell e a E.ON, sobre a sua participação do projeto de construção de mais duas linhas do gasoduto submarino através do Mar Báltico, para fornecer 55 bilhões de metros cúbicos de gás russo à Alemanha.

    Cada um dos cinco parceiros estrangeiros ficou com 10% no projeto, enquanto a Gazprom tem os restantes 50%.

    Tags:
    empresas, parceria, fornecimento, gás natural, projeto, gasoduto, Europa, Rússia
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