21:12 20 Junho 2021
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    O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, chegou ao porto de Tianjin, onde ocorreram as explosões que já provocaram 112 mortos, segundo comunicou o diário local Renmin Ribao.

    “O presidente Xi Jinping enviou este domingo o primeiro-ministro Li Keqiang à zona do sinistro em Tianjin para chefiar a operação de resgate”, refere o jornal.

    Na noite de quarta-feira ocorreram fortíssimas explosões na zona portuária de Tianjin, a cerca de 130 quilômetros a sudeste de Pequim, que causaram um incêndio em uma área de aproximadamente 20.000 metros quadrados, segundo estimativas.

    A onda explosiva foi sentida em um raio de 10 quilômetros.

    • Um membro da família de um bombeiro que desapareceu após as fortíssimas explosões na zona portuária de Tianjin
      Um familiar de um bombeiro que desapareceu após as fortíssimas explosões na zona portuária de Tianjin
      © AFP 2021
    • Bombeiros percorrem na zona portuária de Tianjin
      Bombeiros percorrem zona portuária de Tianjin
      © AFP 2021
    • A zona do sinistro em Tianjin
      A zona do sinistro em Tianjin
      © AFP 2021
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    © AFP 2021
    Um familiar de um bombeiro que desapareceu após as fortíssimas explosões na zona portuária de Tianjin
    O Serviço Nacional de Sismologia do país registrou duas explosões com um intervalo de 30 segundos.

    A primeira teve uma potência equivalente a 3 toneladas de TNT e provocou um sismo de 2,3 graus de magnitude, ao passo que a segunda, com uma potência de 21 toneladas de TNT, desencadeou outro de 2,9 graus.

    Segundo os últimos dados, a catástrofe levou à morte de 112 pessoas. Há ainda 95 desaparecidos, 85 dos quais são bombeiros.

    Nos hospitais locais encontram-se internadas 722 pessoas, das quais 58 estão em estado grave.

    Tags:
    explosão, vítimas, China
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