00:09 10 Agosto 2020
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    O diretor dos Serviços de Urgência do Ministério da Saúde da Tunísia, Naoufel Somrani, informou neste sábado (27) que 10 dos 38 mortos no atentado em um hotel em Kantaoui, a 140 km da capital Túnis, na sexta-feira (26), foram identificados. Eles seriam oito britânicos, um belga e um alemão.

    Combate contra Estado Islâmico
    © AFP 2020 / AHMAD AL-RUBAYE
    O grupo jihadista Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque realizado por um estudante tunisiano. Ele se fez passar por um turista, escondeu uma arma em um guarda-sol e abriu fogo contra os hóspedes que estavam na piscina e na praia do hotel Riu Imperial Marhaba, sendo morto posteriormente.

    O primeiro-ministro da Tunísia, Habib Essid, anunciou que aproximadamente 80 mesquitas serão fechadas no país sob a acusação de “incitamento à violência”. O premiê ainda adiantou que o governo recorrerá às forças militares para reforçar a segurança em locais classificados por ele como “sensíveis”.

    No mesmo dia do atentado na Tunísia, outras duas ações extremistas deixaram 25 mortos no Kwait e um na França. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou os três ataques. Ele afirmou que estes atos estão longe de enfraquecer a “decisão da comunidade internacional de lutar contra o flagelo do terrorismo”.

    “Os responsáveis por esses atos de violência espantosos precisam ser levados rapidamente à Justiça. Esses ataques hediondos apenas reforçam o compromisso das Nações Unidas de ajudar a derrotar os que estão empenhados no assassinato, na destruição e na aniquilação do desenvolvimento humano”, afirmou Ki-moon.

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