22:53 27 Outubro 2021
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    Mundo enfrenta pandemia no fim de abril de 2021 (77)
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    A vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 se mostrou a mais segura e eficaz das cinco vacinas usadas na Hungria, de acordo com dados oficiais do país europeu.

    Neste domingo (25), o governo húngaro divulgou os dados mais recentes sobre infecções e mortes por COVID-19 entre os vacinados de 26 de dezembro de 2020 a 20 de abril de 2021.

    As estatísticas mostram que a cada 100 mil pessoas que receberam as duas doses da Sputnik V, 95 contraíram a COVID-19 e uma morreu. No caso da vacina da Moderna, por exemplo, houve 177 infecções e 20 mortes a cada 100 mil vacinados.

    O governo da Hungria, o primeiro país da UE (União Europeia) a usar a Sputnik V, publicou os dados mais recentes de segurança e eficácia sobre cinco vacinas. A Sputnik V teve a melhor segurança (7-32 vezes menos mortes) e eficácia (2-7 vezes menos infecções por COVID-19) a cada 100 mil vacinados.

    Os dados mostram ainda que a Hungria registrou entre 20 e 32 vezes menos mortes e duas e seis vezes menos infecções a cada 100 mil pessoas vacinadas com a Sputnik V do que entre aqueles inoculados com as vacinas de mRNA da Pfizer/BioNTech e da Moderna.

    Hungria é o primeiro país da União Europeia a receber doses da Sputnik V. O ministro húngaro das Relações Exteriores comemorou a chegada da vacina russa no Facebook, nesta quinta-feira, 19 de novembro.
    Hungria é o primeiro país da União Europeia a receber doses da Sputnik V

    A Hungria foi o primeiro país da União Europeia (UE) a aprovar a Sputnik V, após reclamar da suposta lentidão do esquema de aquisição de vacinas no bloco europeu.

    A Sputnik V foi a primeira vacina registrada no mundo, ainda em agosto de 2020. Desde então, o imunizante russo já foi aprovado em um total de 60 países, incluindo países populosos como Índia, México, Argentina, Paquistão, Angola e Vietnã.

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    Tags:
    Hungria, Sputnik V, COVID-19, União Europeia
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