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    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)
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    A população do Reino Unido provavelmente terá uma segunda vacina contra a COVID-19 à disposição a partir de janeiro, desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

    De acordo com uma publicação do jornal britânico The Sunday Telegraph, a vacina de Oxford será lançada em 4 de janeiro. O governo britânico quer que dois milhões de pessoas tomem as primeiras doses da vacina de Oxford ou da Pfizer dentro de 15 dias.

    O Sunday Telegraph ressalta que a vacina de Oxford é mais fácil de armazenar do que a da Pfizer, além de ser mais barata, então é provável que as pessoas que vivem em áreas isoladas se beneficiem do reforço na campanha de imunização britânica.

    A vacina de Oxford, porém, ainda precisa da aprovação dos reguladores sanitários britânicos, o que pode acontecer já na segunda-feira (28), segundo o jornal. Depois da liberação, centros de vacinação em massa serão abertos nos estádios e locais de conferências, provavelmente já na segunda semana de janeiro.

    Compradores passam por um sinal de distanciamento social em meio à pandemia da doença do coronavírus (COVID-19) em Londres, Reino Unido, 16 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Toby Melville
    Compradores passam por um sinal de distanciamento social em meio à pandemia da doença do coronavírus (COVID-19) em Londres, Reino Unido, 16 de dezembro de 2020

    O Reino Unido iniciou seu programa de vacinação contra o novo coronavírus usando a vacina produzida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech, ainda no dia 8 de dezembro.

    A vacina da AstraZeneca/Oxford mostrou uma eficácia média de 70,4% em testes clínicos. No início de dezembro, a mídia britânica informou que a fabricação dos insumos no Reino Unido para a vacina deveriam começar no início de 2021, e que pelo menos 80 milhões das 100 milhões de doses encomendadas pelo governo britânico seriam produzidas no país.

    O Reino Unido é um dos países mais impactados pela pandemia da COVID-19. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, o país acumula 2.262.735 casos confirmados e 70.513 mortes causadas pela doença, números que tornam o Reino Unido o sexto mais afetado pela pandemia, em números absolutos de infecções e óbitos.

    Tema:
    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)

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    Tags:
    Universidade de Oxford, Reino Unido, COVID-19
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