17:37 24 Janeiro 2020
Ouvir Rádio
    Europa
    URL curta
    4100
    Nos siga no

    Após começar a se recuperar dos protestos dos "coletes amarelos", as empresas francesas estão novamente contando suas perdas com a greve contra a reforma da previdência em seu oitavo dia. 

    Com o transporte público em Paris e os serviços ferroviários nacionais praticamente parados desde 5 de dezembro, o comércio tem sido afetado. Hotéis e restaurantes também estão registrando queda no movimento. 

    "Tivemos uma cascata de cancelamentos, cada vez mais", disse Franck Delvau, co-presidente do sindicato UMIH, o maior da rede hoteleira na França, em entrevista à agência de notícias AFP. 

    A greve pode custar à economia até US$ 445 milhões por dia, segundo cálculo obtido pela AFP e feito pela CPME, confederação de pequenas e médias empresas que representa 99,9% das companhias da França.

    Cerca de metade dos empresários consultados pela CPME afirmam ter registrado queda nas vendas desde o início do movimento grevista na comparação com o ano anterior e 42% dos empresários acreditam que a greve e o movimento dos "coletes amarelos" está colocando "seus negócios em perigo". 

    Mais:

    'Abaixe o tom': mensagem de França e Alemanha para Trump durante a cúpula da OTAN
    'Vênus' de 20.000 anos é encontrada na França (FOTO, VÍDEO)
    França: 'coletes amarelos' entram nas fileiras das manifestações contra reforma da previdência
    Governadores da região amazônica constroem elo com a França sem atuação de Bolsonaro
    Tags:
    reforma da previdência, Emmanuel Macron, França
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar