22:09 17 Agosto 2019
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    Policial polonês, (foto do arquivo)

    Família polonesa matou 4 bebês sufocados e escondeu corpos em fogão

    © Fotolia / Radoslaw Maciejewski
    Europa
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    Um casal foi acusado de sufocar seus quatro filhos e esconder seus corpos dentro de um fogão e debaixo de uma árvore após terem nascido, informa Daily Mail, citando mídias locais.

    De acordo com a edição, os pais dos recém-nascidos, chamados pela polícia polonesa de Aleksandra J e Dawid W, foram presos depois que os vizinhos disseram ter visto a mulher grávida quatro vezes nos últimos cinco anos, mas nunca viram nenhuma criança.

    Os corpos dos quatro bebês foram encontrados pela polícia em uma fazenda na vila de Ciecierzyn, no sudoeste da Polônia. Os policiais começaram a investigar a propriedade pertencente ao casal e informaram que encontraram os corpos de três bebês escondidos em um fogão e os restos mortais de outro recém-nascido enterrados debaixo de uma árvore.

    Imediatamente após o nascimento, ela supostamente colocou seus recém-nascidos em um saco plástico onde eles sufocaram até a morte. Dawid W alegadamente exerceu pressão psicológica sobre Aleksandra J para não relatar sua gravidez ao sistema de saúde, já que ele não queria ter mais filhos com ela.

    Aleksandra J foi presa e acusada de quatro acusações de homicídio, enquanto o marido dela foi preso e incriminado por quatro assassinatos. Segundo os investigadores, os supostos assassinatos feitos pelo casal seguiam o mesmo padrão. Aleksandra J deu à luz em sua casa e, segundo mídias locais, criou um de seus filhos, agora com seis anos de idade.

    Um dos vizinhos disse aos repórteres: "Eu não posso dizer nada de ruim sobre ela. Ela cuidou de seu filho, ela era muito sociável […] A criança estava sempre bem vestida, e com boa aparência. O que aconteceu na casa deles é terrível."

    Quando os moradores perguntavam a Aleksandra J se ela estava grávida, ela alegadamente respondia: "Eu só tenho problemas com minha barriga, não estou grávida."

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    Tags:
    prisão perpétua, crianças, assassinatos, Polônia
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