02:33 20 Setembro 2019
Ouvir Rádio
    Navio no estreito de Kerch que une o mar Negro ao mar de Azov

    Kiev deve pedir apoio naval da OTAN em meio às tensões com Rússia

    © Sputnik / Georgy Zimarev
    Europa
    URL curta
    8112
    Nos siga no

    A Ucrânia pode recorrer ao Conselho de Segurança da ONU ou à OTAN para solicitar escolta às suas embarcações no Mar de Azov, em função de um suposto bloqueio russo, informou o governo do país.

    De acordo com o ministério da Infraestrutura da Ucrânia, entre 29 de abril e 9 de julho, a Rússia deteve 93 navios ucranianos que estavam atravessando o Estreito de Kerch em direção à Ucrânia, entre o o Mar Negro ao Mar de Azov. A guarda de fronteira russa alegou inspeção sem especificar os motivos. 

    Como resultado, os proprietários sofreram perdas porque os navios estavam ociosos. No entanto, a vice-ministra de Relações Exteriores da Ucrânia, Olena Zerkal, disse que os oficiais da guarda de fronteiras russos agiram de acordo com o protocolo.

    "Em teoria, temos duas soluções possíveis. A primeira é apresentar um apelo ao Conselho de Segurança da ONU pedindo escolta marítima. A segunda, que é menos provável no meu ponto de vista, é solicitar as forças da OTAN para realizar a escolta no Mar de Azov", disse o vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, George Tuka para a TV local.

    Em julho, o ministro da Infraestrutura da Ucrânia, Volodymyr Omelyan, disse que Kiev estava negociando com os países ocidentais novas sanções contra os portos marítimos russos no Mar Negro, em retaliação ao alegado bloqueio russo.

    Mais:

    É uma loucura: analista sobre proposta do vice-almirante ucraniano de minar mar de Azov
    Ex-comandante da Marinha da Ucrânia propõe minar mar de Azov
    Ucrânia reconhece ser vulnerável perante Rússia no mar de Azov
    Kiev elabora plano de ação contra 'agressão russa' no mar de Azov
    Rússia cria no mar de Azov grupo especial para lutar com pirataria ucraniana
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar