10:25 24 Setembro 2018
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    O presidente francês Emmanuel Macron está na escadaria do Palácio do Eliseu, em Paris, França (foto de arquivo).

    Macron pede aos EUA e aliados que permaneçam na Síria mesmo após derrota do Daesh

    © REUTERS / Christian Hartmann/File Photo
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    Em entrevista à Fox News, o presidente francês, Emmanuel Macron disse que os EUA, a França e outros aliados terão um papel "muito importante" a desempenhar após o fim da guerra na Síria.

    Anteriormente, a líder do partido de direita Frente Nacional, Marine Le Pen, disse que o envolvimento francês nos ataques militares ocidentais contra a Síria privou Paris de uma oportunidade de desempenhar um papel independente na arena internacional.

    A França, junto com os Estados Unidos e o Reino Unido, lançou ataques contra vários alvos na Síria em resposta ao suposto ataque químico no subúrbio de Douma, em Damasco.

    De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, um total de 103 mísseis de cruzeiro foram lançados pelos Estados Unidos e seus aliados, 71 dos quais foram interceptados pelos sistemas de defesa aérea da Síria. A Rússia pediu à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) que iniciasse uma investigação sobre o ataque químico relatado.

    O presidente da Síria, Bashar Assad, criticou o ataque como um ato de "agressão", enquanto o presidente russo Vladimir Putin afirmou que os ataques aéreos "violaram as normas do direito internacional, incluindo a Carta da ONU e causaram grandes danos ao processo pacífico de resolução da crise síria".

    Tags:
    Carta da ONU, Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), Ministério da Defesa (Rússia), Emmanuel Macron, Bashar Assad, Vladimir Putin, Douma, Estados Unidos, Damasco, Síria, França, Rússia
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