02:36 20 Setembro 2018
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    Presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado da primeira-ministra do Reino Unido Theresa May após encontro na Casa Branca, em Washington, nos EUA.

    'Questão de interesse nacional': Theresa May explica ataques à Síria

    © REUTERS / Kevin Lamarque
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    EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (90)
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    A decisão do Reino Unido atacar a Síria ao lado de Estados Unidos e França corresponde aos interesses nacionais britânicos, disse a primeira-ministra do Reino Unido em discurso, que será dirigido ao Parlamento do país na segunda-feira (16).

    "Deixe-me ser absolutamente clara: agimos porque é do nosso interesse nacional fazê-lo. É do nosso interesse nacional impedir o futuro uso futuro de armas químicas na Síria — e defender e defender o consenso global de que essas armas deveriam Não seremos usados, pois não podemos permitir que o uso de armas químicas se normalize — seja na Síria, nas ruas do Reino Unido ou em outros lugares", disse May.

    A primeira-ministra lembrou que vários países estariam ao lado dos ataques.

    "Fizemos isso porque acreditamos que era a coisa certa a se fazer. E não estamos sozinhos. Existe um amplo apoio internacional à ação que tomamos. Durante o final de semana, falei com vários líderes mundiais — incluindo a chanceler Merkel [da Alemanha], o primeiro-ministro Gentiloni [da Itália], o primeiro-ministro Trudeau [do Canadá], o primeiro-ministro Turnbull [da Austrália] e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. Todos expressaram seu apoio às ações que a Grã-Bretanha, França e América tomaram", acrescentou a primeira-ministra britânica.

    A expectativa é que Theresa May se faça uma solicitação ao presidente do Parlamento britânico para que haja um debate de emergência na casa, a fim de dar aos parlamentares uma oportunidade maior de discutir a ação militar conjunta.

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    EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (90)

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    Tags:
    Guerra da Síria, Justin Trudeau, Paolo Gentiloni, Donald Tusk, Angela Merkel, Theresa May, Canadá, Austrália, Itália, França, Rússia, Síria, Estados Unidos, EUA, Reino Unido
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