10:48 23 Setembro 2019
Ouvir Rádio
    Canhão e bandeira ucraniana em Donbass

    Mais de 2.700 civis morreram em Donbass desde o início do conflito, diz Cruz Vermelha

    © AP Photo / Evgeny Maloletka
    Europa
    URL curta
    0 03
    Nos siga no

    Mais de 2.700 civis morreram na região de Donbass, no sudeste da Ucrânia, desde o início do conflito armado com as forças ucranianas em 2014, informou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) no último sábado.

    "Mais de 2.700 civis foram mortos no conflito armado no leste da Ucrânia", disse o CICV no Twitter.

    Na sexta-feira, Alexander Hug, o vice-chefe principal da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE SMM), disse que pelo menos 65 civis foram mortos e 285 outros foram feridos no conflito em Donbass em 2017.

    O conflito militar em Donbass começou em 2014, quando as autoridades ucranianas lançaram uma operação militar contra a autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) e a República Popular de Luhansk (LPR), que se recusaram a reconhecer o novo governo em Kiev, que chegou ao poder depois do que muitos consideraram um golpe.

    Em fevereiro de 2015, um acordo de paz foi assinado entre os dois lados do conflito em Minsk, seguindo as negociações acordadas pelos líderes da Rússia, França, Alemanha e Ucrânia — o chamado formato da Normandia.

    Segundo o acordo, além de outros requisitos, as partes conflitantes devem introduzir zonas seguras para parar a violência e abrir caminho para uma reconciliação diplomática. No entanto, os conflitos armados esporádicos continuam a ocorrer na região.

    Mais:

    Ucrânia viola regime de cessar-fogo em Donbass mais de 55 vezes
    Por que Kiev hoje não está interessada na paz em Donbass?
    Exército ucraniano é acusado de enviar mais armamentos para Donbass
    Tags:
    crise ucraniana, violência, direitos humanos, guerra, conflito ucraniano, Cruz Vermelha, Alexander Hug, República Popular de Luhansk, República Popular de Donetsk, Donbass, Ucrânia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar