01:23 01 Outubro 2020
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    Os preços do petróleo subiram cerca de 5% devido às expectativas de que a Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduzirá em breve a produção e que os bancos centrais tentarão se coordenar para salvar a economia da pandemia de COVID-19.

    O West Texas Intermediate (WTI), referência de negociação em Nova York para o petróleo bruto dos EUA, foi estabelecido em US$ 1,99 (R$ 8,90), ou 4,5% a US$ 46,75 (R$ 209,15) por barril.

    Na semana passada, o WTI perdeu 16%, a maior baixa em uma semana desde dezembro de 2008, em plena crise financeira.

    A recuperação de segunda-feira (2) foi a maior de um dia para o índice de referência de petróleo bruto dos EUA desde setembro de 2019, quando subiu 15%.

    O Brent, índice de referência mundial para o petróleo cotado em Londres, fechou na segunda a US$ 2,23 (R$ 9,98), também 4,5% a US% 51,90 (R$ 232,20) por barril. O Brent caiu 15% na semana passada.

    A OPEP se reunirá com a Rússia e outros países produtores de petróleo nesta sexta-feira (6) para decidir os cortes da produção necessários a fim de evitar que os preços do petróleo caiam ainda mais em decorrência do COVID-19.

    O grupo OPEP + está considerando um corte de até um milhão de barris por dia, além dos 2,1 milhões de barris diários que havia acordado em dezembro.

    Quanto a redução das taxas, são altas as expectativas de que a Reserva Federal norte-americana corte meio ponto percentual da taxa básica de juros dos EUA quando o banco central se reunir neste mês.

    O Banco do Japão e do Reino Unido também manifestaram o desejo de reduzir as taxas para estabilizar os mercados.

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    Tags:
    novo coronavírus, preço do petróleo, petróleo bruto, petróleo, OPEP
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