11:30 24 Outubro 2020
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    O governo argentino minimizou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de privilegiar o Brasil no apoio à entrada do País na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Em entrevista ao jornal argentino La Nacion, o chanceler da Argentina, Felipe Solá, afirmou nesta quarta-feira (15) que a preferência dos Estados Unidos pelo Brasil em detrimento da Argentina na fila de entrada na OCDE foi uma decisão lógica.

    "É uma decisão lógica. [Jair] Bolsonaro é um trumpista de primeira hora, e é totalmente lógico que o Brasil agora ocupe esse lugar. Para nós, ingressar hoje na OCDE traria mais complicações do que benefícios", disse Solá.

    Nesta terça-feira (14), embaixada dos Estados Unidos em Brasília informou que o país decidiu apoiar a entrada do Brasil na OCDE.

    Em março do ano passado, Bolsonaro disse que tinha feito um acordo com os Estados Unidos dizendo que o Brasil tinha aberto mão do tratamento diferenciado na Organização Mundial do Comércio (OMC) e os EUA iriam apoiar a entrada do Brasil na OCDE.

    No entanto, em outubro, uma carta do secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo dizia que o país era favorável apenas às candidaturas de Romênia e Argentina, mais antigas que a do Brasil.

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    Tags:
    economia, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Jair Bolsonaro, Donald Trump
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