08:18 23 Agosto 2019
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    O emblema da empresa Chevron dos EUA

    Grandes empresas americanas podem alterar atitude dos EUA para com Rússia?

    CC BY-SA 2.0 / swong95765 / Chevron Sign and Bird on a pole - DSC2590
    Economia
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    A Exxon Mobil é um dos gigantes do mercado energético que exprimiu a Trump a sua preocupação pelo reforço das sanções contra a Rússia.

    Os gigantes do mercado de petróleo tais como a Exxon e a Chevron, bem como empresas de outros setores, se manifestam contra o projeto de reforço das sanções aplicadas à Rússia, o que pode complicar a adopção destas, comunica o The Wall Street Journal.

    Os lobistas e as empresas norte-americanas se preocupam com várias cláusulas do projeto, nomeadamente com a interdição de cooperar com pessoas físicas russas sujeitas às sanções a nível internacional, bem como com a eventual obrigação de publicar informações confidenciais sobre as pessoas em questão.

    O WSJ precisou que a parte do projeto relativa aos contratos de negócios com os parceiros russos preocupou as empresas não ligadas ao setor de petróleo e gás, nomeadamente a General Electric.

    Segundo as fontes do WSJ, a proposta de lei pode vir a afetar dois projetos da Exxon que estão sendo realizados com a participação da empresa russa Rosneft fora da Rússia. 

    O porta-voz da Exxon, Alan Jeffers, esclareceu que a empresa petrolífera tinha informado os legisladores de que o projeto "pode colocar as empresas norte-americanas em uma situação desfavorável em relação às outras empresas". 

    Em 14 de junho o Senado norte-americano aprovou um projeto de lei propondo o reforço das sanções contra a Rússia no âmbito de uma alteração relativa às sanções contra o Irã.

    O texto propôs a redução do período de financiamento de bancos russos de 90 para 14 dias e, para as empresas petrolíferas, para 30 dias. 

    Para além disso, o documento proíbe o presidente de levantar estas restrições sem a permissão do Senado. 

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    Tags:
    reação exagerada, empresas, relações comerciais, gigante, projeto, petróleo, economia, sanções, Chevron, General Electric, ExxonMobil, EUA, Rússia
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