22:55 18 Agosto 2017
Ouvir Rádio
    Poço de petróleo na região de Krasnodar, Rússia (foto de arquivo)

    Rússia e Arábia Saudita acordam estabilizar mercado do petróleo

    © Sputnik/ Vitaly Timkiv
    Economia
    URL curta
    0 67230

    Moscou e Riad irão trabalhar em conjunto para a estabilização do mercado petrolífero. A declaração correspondente foi assinada pelo ministro de Energia russo Aleksandr Novak e o seu homólogo saudita Khalid A. Al-Falih.

    Os ministros responderam que agora no mercado há uma série de desafios de longo prazo. Entre eles Novak e Falih destacaram a diminuição de despesas na indústria, bem como o cancelamento e adiamento de projetos de investimentos.

    As partes sublinharam que nos últimos tempos o diálogo e cooperação entre os maiores produtores de petróleo mundiais se tornaram cada vez mais importantes.

    "Os ministros acordaram continuar as consultas sobre a situação no mercado do petróleo, criar um grupo de trabalho para monitorar os indicadores fundamentais do mercado petrolífero e elaborar recomendações de medidas e ações conjuntas para assegurar a estabilidade e previsibilidade do mercado", diz a declaração.

    A primeira reunião do grupo está marcada para outubro. Além disso, os ministros acordaram reunir de novo em setembro e novembro.

    Na manhã desta segunda-feira (2), o preço do petróleo nas bolsas aumentaram 5%. Os especialistas associaram isso à expectativa de resultados das negociações entre os dois ministros.

    A declaração publicada teve um impacto moderador sobre os traders. Em resultado, o preço do barril de Brent diminuiu para $48,67 e o de WTI se fixou no nível dos $46.

    Mais:

    Iraque e Curdistão iraquiano alcançam acordo sobre exploração de petróleo
    Bancários do Vaticano têm laços com setor de petróleo e gás
    Preços do petróleo sobem na Ásia, após publicação de novos dados dos EUA e China
    Tags:
    preço do petróleo, reunião, estabilização, petróleo, mercado, Arábia Saudita, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik