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    O caça russo Su-35 entrou em serviço em 2014, sendo considerado o primeiro caça de geração 4++ do mundo e contando com novas especificações nunca vistas antes.

    Dentre essas especificações, a revista norte-americana Military Watch destaca os primeiros motores com empuxo vetorial tridimensional e a primeira seção transversal do radar reduzida.

    Um dos trunfos do Su-35 é o radar de varredura eletrônica passiva Irbis-E, que pode detectar a maioria dos alvos do tamanho de um caça a distâncias superiores a 400 quilômetros, caças furtivos a distâncias superiores a 80 quilômetros e pode rastrear até 30 alvos aéreos em simultâneo.

    Com uma velocidade máxima de Mach 2,25 (cerca de 2.750 km/h), o Su-35 consegue suportar altitudes superiores e ter maior alcance.

    O caça russo possui um sistema de busca e rastreamento infravermelho (IRST, na sigla em inglês) que lhe permite determinar a posição geral de aeronaves em um raio de 50 km – uma ferramenta bastante útil para detectar aeronaves furtivas a distâncias mais curtas.

    A forte resistência do modelo Su-35 permite-lhe carregar 12 a 14 mísseis durante um voo sem grande redução de seu alcance efetivo. Seu radar pesado dá-lhe vantagem em monitoramento situacional.

    O Su-35 também tem vantagem em tecnologia furtiva avançada, que reduz sua secção transversal de detecção por radar em mais de 70% em relação ao Su-27.

    Caça Su-35S é considerado de geração 4++, tendo um alcance de voo de 4.500 km e contando com um radar N035 Irbis, sendo um caça multifuncional que pode combater quatro alvos terrestres e 30 aéreos ao mesmo tempo.

    O Su-35 leva a "coroa" de melhor caça e continua sendo uma plataforma de mísseis versátil e muito capaz contra alvos, tanto aéreos como terrestres.

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    Tags:
    Rússia, Força Aeroespacial da Rússia, avião de assalto, avião de combate, avião de ataque
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