08:54 28 Novembro 2020
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    O jornal britânico The Economist publicou um artigo enaltecendo a reforma das forças militares russas em uma década.

    Após o fim da União Soviética, o Exército russo estava em uma situação deprimente, contudo, nos anos 2.000, o país iniciou sua grande recuperação através de investimentos na defesa, ressalta o jornal.

    Nos últimos dez anos, a Rússia produziu 600 novos aviões, 840 helicópteros e 2.300 drones. Além disso, 27% da frota de blindados russos já foi atualizada, enquanto a Força Aérea do país conta com 71% de aeronaves modernas.

    Tanque T-90 durante demonstração dos modelos avançados de armamaneto no polígono Alabino, Rússia, 23 de agosto de 2017
    © Sputnik / Grigory Sysoev
    Tanque T-90 durante demonstração dos modelos avançados de armamaneto no polígono Alabino, Rússia, 23 de agosto de 2017

    De acordo com o jornal, os investimentos mais importantes foram feitos no desenvolvimento de armas de precisão, tais como os sistemas de mísseis Iskander, mísseis de cruzeiro Kalibr e mísseis aéreos Kh-101.

    No artigo, a mídia britânica cita que a Rússia pode enviar 100.000 soldados, dotados de equipamento pesado, para qualquer parte da Europa. Além disso, os paraquedistas russos podem entrar em prontidão total em apenas algumas horas.

    Jim Hockenhall, chefe da inteligência britânica, afirma que o Exército russo trocou "quantidade por velocidade".

    O jornal britânico ainda enalteceu o poderio nuclear russo e aproveitou para enfatizar que a OTAN subestimou o modernizado poder de fogo russo.

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    Tags:
    Reino Unido, modernização, OTAN, poder de fogo, equipamentos militares, Rússia
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