03:14 16 Outubro 2018
Ouvir Rádio
    Porta-aviões nuclear Abraham Lincoln da Marinha dos EUA, foto de arquivo

    Mídia informa sobre situação precária da Marinha dos EUA

    © AP Photo / Hassan Ammar
    Defesa
    URL curta
    963

    A velocidade de implantação de grupos navais encabeçados por porta-aviões norte-americanos diminuiu drasticamente nos últimos 25 anos.

    Em 2018, devido aos problemas de reparo e manutenção, apenas 15% dos porta-aviões foram usados, relata o Business Insider

    Segundo a publicação, a Marinha dos EUA não tinha índices tão baixos desde o fim da Guerra Fria. 

    Os sinais de problemas potenciais com os porta-aviões norte-americanos surgiram há alguns anos, observa a publicação. Devido a atrasos no reparo e manutenção, de 2000 a 2016, os porta-aviões ficaram inoperacionais por 1.300 dias, o que equivale a sete viagens semestrais, noticia o BI com referência ao relatório do governo dos EUA.

    Além disso, apenas metade dos caças-bombardeiros norte-americanos F/A-18E/F Super Hornet, que são a base dos esquadrões aéreos da Marinha dos EUA, estão em condições de combater.

    Segundo representantes da Marinha, o problema é causado pela sobrecarga da frota em operações em todo o mundo depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, informa o portal, acrescentando que essa situação na Marinha norte-americana pode permitir que a Rússia e a China fortaleçam significativamente suas próprias forças navais.

    Anteriormente, a revista The National Interest havia relatado a situação difícil da Força Aérea dos EUA em decorrência de sobrecarga de tarefas, problemas técnicos e falta de pessoal treinado.

    Mais:

    EUA entregarão suas lanchas obsoletas à Marinha ucraniana
    Mídia dos EUA: bastariam minutos para destruir tudo da Marinha ucraniana no mar de Azov
    Poroshenko promete tirar Marinha russa da Crimeia
    Tags:
    forças navais, reparos, manutenção, caças, porta-aviões, Super Hornet, Força Aérea dos EUA, Marinha dos EUA, China, Rússia, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik