01:44 22 Abril 2018
Ouvir Rádio
    Míssil balístico intercontinental russo R-36M2, antecessor do RS-28 Sarmat

    Quantos mísseis são precisos para conter ICBM russo Sarmat? Senador aponta

    CC BY 3.0 / Wikipedia / Michael/ Nuclear silo
    Defesa
    URL curta
    10513

    Senador russo, Viktor Bondarev, contou à Sputnik quantos mísseis interceptores estadunidenses são precisos para conter o míssil balístico intercontinental (ICBM) russo Sarmat.

    "Para interceptar o ICBM Sarmat serão precisos pelo menos 500 mísseis interceptores norte-americanos, diz a conclusão de especialistas ocidentais", afirmou Viktor Bondarev, presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação (câmara alta do parlamento russo).

    O senador também destacou as capacidades do sistema de mísseis hipersônicos Kinzhal.

    "O Kinzhal com seu portador aéreo também é inatingível para os meios de defesa antiaérea adversária, sendo capaz de acertar em quaisquer alvos", comentou.

    Anteriormente, o jornal The New York Times informou, citando um alto funcionário, que o presidente dos EUA, Donald Trump, tinha expressado preocupações quanto às mais recentes armas russas, que poderão superar os meios de defesa estadunidense, durante uma conversa telefônica com seu homólogo russo Vladimir Putin.

    No âmbito da mensagem anual à Assembleia Federal em 1º de março, Vladimir Putin apresentou as armas estratégicas mais recentes que foram incorporadas nas Forças Armadas do país. Em particular, as forças estratégicas nucleares receberam 80 novos ICBM, 102 mísseis balísticos para submarinos e três submarinos nucleares estratégicos da classe Borei.

    Durante o discurso, Putin também demonstrou testes do míssil russo com propulsor nuclear e do sistema de mísseis Sarmat.

    Mais:

    'Não é blefe, é real': oficial russo diz que Moscou tem armas só vistas antes em filmes
    Chegou a hora: Rússia deixará de utilizar míssil 'Satã'
    Tags:
    icbm, armas russas, Kinzhal, Sarmat, Vladimir Putin, Donald Trump, EUA, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik