17:46 25 Novembro 2020
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    Os Estados Unidos precisarão desembolsar mais de 1,2 trilhão de dólares ao longo dos próximos 30 anos para seguir adiante com planos de modernizar e gerenciar suas forças nucleares de dissuasão, segundo informou o Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA (CBO) em estimativa divulgada nesta segunda-feira.

    Outras despesas incluem custos operacionais para comando, controle e sistemas de aviso prévio e manutenção de uma rede de laboratórios nucleares nacionais, diz o documento

    "Os planos de 2017 da Administração Obama para as forças nucleares custariam US$ 1,2 trilhão no período de 2017 a 2046. Cerca de US$ 400 bilhões desse total pagariam pela modernização", afirmou o CBO, apresentando opções para reduzir os custos, entre as quais estaria atrasar alguns programas da Defesa e diminuir o número de ogivas nucleares norte-americanas. 

    De acordo com dados da Associação de Controle de Armas, os Estados Unidos teriam hoje um total de 6.800 ogivas nucleares, 1.393 em condições de serem usadas imediatamente, ou seja, já implantadas em mísseis balísticos e bombardeiros estratégicos. A Rússia, por sua vez, teria 7 mil, sendo 1.561 prontas para lançamento. Juntos, os dois países respondem por mais de 90% do arsenal nuclear mundial, seguidos por França, China, Reino Unido, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte. 

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    Tags:
    ogivas, armas nucleares, CBO, Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA (CBO), Barack Obama, Coreia do Norte, Israel, Índia, Paquistão, Reino Unido, China, França, EUA, Rússia
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