17:18 30 Outubro 2020
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    Em 1881, foram encontrados os restos de uma mulher mumificada. Desde a descoberta, a expressão do rosto da múmia, que parecia estar gritando, surpreendeu diversos especialistas, permanecendo como um grande enigma.

    O enigma da múmia fez com que os cientistas elaborassem um estudo para compreender o que teria provocado a expressão de dor no momento da morte da mulher.

    Os cientistas submeteram a múmia a tomografias computadorizadas, que permitiram descobrir que a mulher morreu em decorrência de um ataque cardíaco.

    O egiptólogo Zahi Hawass e o radiologista Sahar Saleem, da Universidade do Cairo, também descobriram que a mulher tinha aproximadamente 60 anos no momento da morte e sofria de uma doença degenerativa, aterosclerose severa nas artérias coronárias, o que teria provocado o ataque cardíaco.

    Dr. Hawass revelou o mistério da "mulher mumificada que grita".

    Hawass explicou ao jornal Ahram Online que a dor teria provocado a expressão em seu rosto e a mulher provavelmente teria sido embalsamada horas depois da morte, ainda com o corpo contraído e antes do início da decomposição, por isso não puderam fechar sua boca.

    A múmia foi encontrada em 1881 envolta de linho com uma inscrição que dizia: "A filha real, irmã real de Meret Amon." Os restos estavam dentro da tumba DB320 em Luxor, onde jaziam os corpos mumificados dos membros reais das dinastias XXI e XXII.

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    Tags:
    estudo, Egito, mistério, múmia
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