05:41 11 Maio 2021
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    Astrofísicos russos e britânicos descobriram que os buracos negros nas galáxias que nos cercam devoram um número inesperadamente pequeno de estrelas.

    Ao mesmo tempo, a edição Astrophysical Journal diz que isto não pode ser explicado por mecanismos comuns de interação.

    "Os ritmos baixos observados de apropriação não podem ser explicados por um efeito de bodoque — 'catapultagem' maciça de estrelas do centro galáctico devido à pressão gravitacional dos duplos buracos negros. Deste modo, é preciso buscar por um mecanismo que saia além dos limites da conhecida dinâmica estrelar", afirmou um dos autores do artigo, cientista do Instituto de Física e Tecnologia de Moscou, Kirill Lezhnin.

    Acredita-se que no centro da maioria das grandes galáxias exista, pelo menos, um buraco negro supermaciço. Até hoje, as causas do surgimento de buracos são desconhecidas. Uma parte dos buracos negros é visível quase todo o tempo.

    Em outras galáxias, os buracos negros surgem de modo periódico. Nos últimos anos, Lezhnin e seu colega Yevgeny Vasiliev, que trabalham no Instituto Físico da Academia de Ciências russa e na Universidade de Oxford, observaram o surgimento destas estruturas espaciais. Segundo eles, o surgimento não é tão frequente como afirmam avaliações teóricas.

    As divergências entre a prática e a teoria levaram os pesquisadores a procurar por explicações sobre os buracos negros não serem tão "vorazes" como em um Universo virtual.

    Os astrofísicos concluíram que há certos processos ou fatores por trás do "apetite" dos buracos negros e estes devem ser estudados.

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    Tags:
    Ciência e Tecnologia, estrelas, buracos negros, Universidade de Oxford, Espaço
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