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    No âmbito do Dia Internacional contra a Homofobia foi proposto o tratamento médico imaginário: uma pastilha contra os insultos e, ao mesmo tempo, a violência contra os homossexuais.

    Para ajudar a luta diária contra os sintomas de homofobia latente ou de síndrome de “eu-não-sou-homofóbico-mas…” tome um Homophobiol! Pelo décimo primeiro ano consecutivo, o dia 17 de maio é dedicado à luta contra a homofobia e a transfobia em todos os continentes do mundo. 

    Nesta situação, a Aides (associação francesa sem fins lucrativos de luta contra o HIV) e ExAequo (congênere belga) propõem uma campanha de sensibilização humorística: a distribuição do “medicamento” Homophobiol e de um emplastro como o “primeiro tratamento contra a homofobia”.

    A associação SOS-Homofobia publicou recentemente um relatório anual sobre a violência contra as lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. O relatório afirma que o número de vítimas de homofobia mostra um crescimento de cerca 5,5% por ano durante os últimos vinte anos. 

    Nos vários países, são aprovadas muitas medidas para combater os ataques homofóbicos. Nomeadamente, em França as associações divulgam testemunhos sobre as dificuldades da vida homossexual. 

    A associação Aides promove a distribuição de caixas de pastilhas e emplastros Homophobiol, com as cores do arco-íris (o símbolo de defesa aos homossexuais) em cada pacote de medicamentos.

    Para além disso, a Associação de Eleitos Locais Contra a Aids, fundada e dirigida pelo Jean-Luc Romero, tornou público neste dia um site que enumera ao vivo o número de insultos homofóbicos no Twitter.

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    Tags:
    França, Bélgica, Aides, Homophobiol, AIDS, homofobia, medicamentos, pastilhas, emplastro
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