23:07 08 Março 2021
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    COVID-19 e Brasil em meados de dezembro (59)
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    Funcionários da Anvisa publicaram carta aberta para esclarecer que a agência não serve "aos interesses de governos", em meio à pandemia da COVID-19. A carta está dando o que falar no Twitter.

    Na madrugada desta sexta-feira (11), funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicaram uma carta aberta sobre sua atuação baseada em critérios científicos e autonomia "aos interesses de governos, de pessoas, de organizações ou de partidos políticos", reforçando que o trabalho técnico da instituição está "acima de qualquer pressão".

    Após a publicação da carta aberta dos funcionários da Anvisa, a agência se tornou um dos assuntos mais comentados nesta sexta-feira (11) no Twitter, contando com mais de 45 mil tweets.

    Contrários à vacina CoronaVac fabricada pela farmacêutica Sinovac e o Instituto Butantan, bolsonaristas passaram a divulgar imagens de chineses como vilões, por estarem sem máscaras.

    ​O deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP) cogitou processar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se a vacina chinesa não for autorizada pela Anvisa.

    ​Há quem cogite "guerra civil".

    ​O deputado federal Marco Feliciano (Republicanos-SP) chamou produção da vacina CoronaVac de "improbidade administrativa".

    ​O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), postou uma foto com Bolsonaro e reafirmou que somente vacinas com selo da Anvisa serão liberadas pelo Ministério Público.

    ​"O interesse do governo Bolsonaro é matar e não salvar vidas."

    ​Há quem esteja abrindo mão de se vacinar.

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    COVID-19 e Brasil em meados de dezembro (59)

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    Tags:
    carta aberta, Vacina CoronaVac, Anvisa
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