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    Pandemia do coronavírus no Brasil no início de julho (50)
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    Neste sábado (4), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a liberação de testes para uma vacina chinesa contra o novo coronavírus.

    Cerca de nove mil voluntários brasileiros devem participar da fase de testes da vacina no Brasil. Os voluntários serão de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal.

    A autorização, para a vacina chinesa, foi solicitada pelo Instituo Butantan, de São Paulo. O fármaco é desenvolvido pela farmacêutica chinesa de biotecnologia Sinovac e é a segunda droga do tipo a ter autorização para testes no Brasil. Em 2 de junho a Anvisa liberou testes no Brasil para a vacina britânica desenvolvida pela Universidade de Oxford.

    Favela de Heliópolis, São Paulo, Brasil, 18 de junho de 2020
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Favela de Heliópolis, São Paulo, Brasil, 18 de junho de 2020

    A parceria entre o instituto paulista e a Sinovac já havia sido anunciada pelo governador de São Paulo, João Doria, ainda em 11 de junho. À época, o governador afirmou que há uma expectativa de que a produção e distribuição da vacina tenha início em junho de 2021 no Brasil através do SUS, caso a eficácia e segurança seja comprovada nos testes.

    A candidata a vacina contra a COVID-19, nomeada CoronaVac, está agora na fase três dos testes, quando são realizadas testagens em massa para avaliar segurança e eficácia na imunização contra o SARS-CoV-2.

    A Anvisa informou em nota que as duas primeiras fases de testes da vacina foram bem sucedidas. Outras três chinesas também estão na fase três dos testes.

    Tema:
    Pandemia do coronavírus no Brasil no início de julho (50)

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    Tags:
    COVID-19, São Paulo, João Doria, Brasil, China, Anvisa
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