17:33 22 Outubro 2020
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    Uma plataforma tecnológica está conectando pesquisadores de vários países em uma rede voltada para a nutrição e a segurança alimentar em todo o mundo.

    A previsão é de que a Nutri SSAN – Rede Global de Ensino, Pesquisa e Extensão em Nutrição, Soberania e Segurança Alimentar esteja estruturada até o fim de 2016 e comece a funcionar no início de 2017

    A ferramenta, que foi lançada na quinta-feira, 4 de agosto, véspera da abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, foi desenvolvida por meio de parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) com apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

    A decisão de adotar medidas para melhorar a nutrição em nível global surgiu no encerramento dos Jogos Olímpicos Londres 2012. Durante o evento, Brasil e Reino Unido decidiram trabalhar juntos em um projeto para que as Olimpíadas deixassem também um legado social. O tema escolhido foi o combate à desnutrição, que provoca a morte de três milhões de crianças de até cinco anos de idade a cada ano no mundo.

    O Brasil foi escolhido como parceiro do projeto pelas políticas públicas de combate à desnutrição infantil e de erradicação da pobreza, além de ser a sede dos Jogos de 2016.

    Em 2013, a primeira estratégia foi o lançamento da iniciativa "Nutrição para o Crescimento", em Londres, em que governos de 94 países assumiram o compromisso de reunir esforços para combater a desnutrição. Na ocasião, o Brasil também ficou encarregado de estabelecer uma estratégia para viabilizar uma atuação conjunta dos países, em âmbito internacional, e propôs a criação de três redes voltadas à segurança alimentar e nutricional: uma rede global de ensino, pesquisa e extensão; de parlamentares; e também de operadores do direito.

    Tags:
    Segurança Alimentar, tecnologia, pesquisadores, Brasil
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