04:12 18 Fevereiro 2020
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    O deputado Henrique Fontada (PT-RS) afirmou na tarde deste sábado (16) que pode recorrer ao STF para garantir que o advogado-geral da União, ministro José Eduardo Cardozo consiga falar novamente, no domingo (17) no Plenário da Câmara após a fala do deputado Jovair Arantes(PTB-GO), relator do processo de impeachment.

    Presidente da Câmara dos Deputados – Eduardo Cunha
    Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
    Na sessão de votação, o relator recomenda a abertura do processo de afastamento de Dilma e vai ter 25 minutos para defender o seu posicionamento.

    Na sexta-feira (15), o advogado-geral da União já tinha entrado com requerimento junto ao presidente da Câmara, mas teve o pedido negado por Eduardo Cunha, alegando que o rito do processo contra Dilma está seguindo os mesmos ritos do processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992. "O relator fala por último, ao fim do processo de discussão”, disse Cunha.

    Ao falar com a imprensa, o deputado Henrique Fontana disse que o processo de impeachment é como se fosse o “terceiro turno das eleições”, já que a oposição não aceita a derrota, e espera que após domingo a oposição não tente mais nenhuma outra artimanha contra o governo.

    “Espero que a oposição não invente mais nenhuma manobra porque o povo não aguenta mais e precisa que o governo legitimamente eleito possa governar", afirmou.

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    Tags:
    Henrique Fontana, José Eduardo Cardozo, Eduardo Cunha, Brasília, Brasil
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