18:02 28 Outubro 2020
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    A Ásia vem ganhando espaço como principal destino das exportações brasileiras do agronegócio. Em agosto, a participação do continente no total exportado passou de 41,3% em agosto de 2014 para 43,6% agora.

    Esse avanço foi possível, entre outros fatores, pela diminuição da participação da União Europeia — a queda das exportações para o bloco foi a maior registrada no mês (-29,1%), um tombo de US$ 559,88 milhões.

    A China também teve papel decisivo nesse avanço asiático. "Após a recente reabertura do mercado chinês para a nossa carne bovina in natura, a China se tornou, em agosto, o principal destino das exportações desse produto. Somente no mês passado, a receita foi de US$ 63,9 milhões", observou Tatiana Palermo, secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura.

    A participação dos chineses nas vendas externas foi ampliada de 23,6% para 26,1% apesar da queda nas exportações, que passaram de US$ 2,10 bilhões para US$ 1,92 bilhão. Os Estados Unidos, o segundo principal destino, apresentou aumento nas exportações, indo de US$ 534,36 milhões para US$ 559,80 milhões (+4,8%) e, a participação, de 6,0% para 7,6%.

    Os países que mais perderam participação nas exportações brasileiras foram Hong Kong (-60,1%), Emirados Árabes (-49,8%), Bélgica (-48,5%), Rússia (-38,3%), Venezuela (-37,3%) e Alemanha (-37%). As vendas dentro do Mercosul também encolheram, passaram de US$ 453,3 milhões para US$ 344,6 milhões, um tombo de 24%.

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    Tags:
    comércio exterior, agronegócio, exportações, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Mercosul, Tatiana Palermo, Alemanha, Venezuela, Rússia, Bélgica, Emirados Árabes Unidos, Hong Kong, China, EUA, União Europeia, Ásia
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