10:47 26 Outubro 2020
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    O alerta surgiu depois de três porta-aviões da Marinha dos EUA, USS Ronald Reagan, o USS Theodore Roosevelt e o USS Nimitz, terem sido enviados ao oceano Pacífico pela primeira vez em três anos.

    Por sua vez, a China também elevou a presença militar na região, respondendo rapidamente e alertando que "contramedidas" poderiam ser tomadas contra os EUA, segundo o portal News.com.au. 

    Com a tentativa norte-americana de mostrar suas forças e flexionar músculos na região através de suas capacidades de combate, Pequim adotou uma abordagem mais agressiva ao alertar sobre as contramedidas na região.

    "Ao amontoar estes porta-aviões, os EUA estão tentando demonstrar para toda a região e até para o mundo que segue sendo a força naval mais poderosa, pois podem entrar no mar do Sul da China e ameaçar as tropas chinesas nas ilhas Xisha e Nansha (Paracel e Spratly), para que possam seguir com sua política hegemônica", apontou o Global Times, citando Li Jie, especialista naval de Pequim.

    Além disso, o especialista ressaltou que Pequim também pode demonstrar seu poder de fogo através de exercícios militares.

    "A China possui armas assassinas de porta-aviões, como mísseis balísticos antinavio DF-21D e DF-26 [...] As forças naval e aérea da China expulsaram diversos navios de guerra norte-americanos que entraram ilegalmente nas águas territoriais chinesas no mar do Sul da China", citou.

    Os desenvolvimentos ocorrem em um momento de crescente tensão entre Washington e Pequim no mar do Sul da China, além de questões envolvendo Taiwan e COVID-19.

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    Tags:
    Mar do Sul da China, Marinha, EUA, porta-aviões, China, China
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